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Para o ano acho que poderiam organizar a sala por grupos com lugares marcados. Hoje já há falta de lugares e gente deslocada dos seus grupos e sentada atrás junto ás câmaras sem as melhores condições.
Resposta do Carlos Coelho:
Compreendo a sugestão mas não quero ser criticado por condicionar-vos demais. Pode ser considerado excessivo também determinar onde se juntam na sala. Ao longo dos anos tem havido sugestões similares mas já tenho de vos "obrigar" a sentarem-se por grupos nos jantares (pela lógica de organização dos jantares-conferência). Se ainda vos obrigar a sentarem-se na sala vão crescer as críticas que há pouco contacto entre membros de grupos diferentes :)
ACHEI CURIOSO
Cristina Faria Aqui foi dito que o jornalismo está associado à verdade. Mas o que é a verdade? Esquecê-mo-nos que o nosso Português é traiçoeiro. Não são poucas as vezes em que encontramos afirmações falsas só por si, mas também afirmações que induzem o contrário. Mais grave ainda são os casos em que essas mesmas afirmações interferem na vida privada das pessoas que até podem ser figuras públicas. E não é por estas serem conhecidas que têm mais ou menos vida privada. O nosso Estado é alheio e sobrevaloriza a informação sobre a vida privada das pessoas. Ora, assim sendo, parece-me que o jornalismo deve estar associado não à verdade, mas ao que é socialmente relevante para a vida dos cidadãos. Também aqui foi dito que falha a efectivação da responsabilidade sobre os jornalistas. Mas não foram apontadas soluções. Por outro lado, se algum jornalista for responsabilizado por noticiar sobre um político, a população reage e invoca a falta de liberdade de expressão e a falta separação de poderes. São questões fronteiras entre conflitos de direitos que deveriam ter sido abordadas. 02-09-2011 | 12:38